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Arquivo da Categoria: Arte

Dia Mundial da Música

É de sonoridades e melodias, tons e timbres, sopros e sonâncias que se tece a canção.

Surgem  as palavras em dança com as vozes e as falas, atrevem-se  as rimas a incitar o verso e nasce a cantiga, anima-se a trova, arrisca-se a ária, inquieta-se a sinfonia.

As ousadias melódicas são humores de génios, atrevimentos inspirados que expandem horizontes.

De Pitágoras se diz  que foi o primeiro ouvido mais  atento aos ritmos, de tal modo que estabeleceu as notas e os intervalos musicais. O pequeno mundo da Antiguidade expandiu-se – hoje, sabemos que sem os sons de África, da Ásia e da América, a história  da Música seria estrela sem galáxia.

Com a Física, comprovámos a vibração primeira do Universo, sabemos do corpo sonoro do Absoluto.  Pairamos no infinito como Om ,somos Om, somos som, somos música.

Nesta caminhada, sabemos hoje a certeza – somos verdadeiramente pó das estrelas, música dos tempos. Celebremos a Música!

Na Biblioteca,  mostramos o poder encantatório da poesia no abraço com  a música  – a criação da harmonia, em língua portuguesa.

Música

 

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Publicado por em 1 de Outubro de 2017 em Arte, Bibliotecando, Música

 

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(Re)Ler a obra de arte

Recriar é uma forma de ler / reler  / refazer / construir / desconstruir – enfim, olhar, ver e compreender a multiplicidade de sentidos substância de toda a ARTE.

Foi esta a essência do trabalho dos alunos  – arte sobre arte, por artes de recriação.

Uma exposição que toda a Escola pôde ver, na Biblioteca.

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MÃE

 

Mãe-PauloGalindro

No centro de mim – Paulo Galindro

Elas são as mães:

rompem do inferno, furam a treva, 

arrastando 

os seus mantos na poeira das estrelas.

Animais sonâmbulos, 

dormem nos rios, na raiz do pão.

Na vulva sombria

é onde fazem o lume: 

ali têm casa. 

Em segredo, escondem 

o latir lancinante dos seus cães.

Nos olhos, o relâmpago 

negro do frio.

Longamente bebem 

o silêncio 

nas próprias mãos.

O olhar 

desafia as aves: 

o seu voo é mais fundo.

Sobre si se debruçam 

a escutar 

os passos do crepúsculo.

Despem-se ao espelho 

para entrarem 

nas águas da sombra.

É quando dançam que todos os caminhos 

levam ao mar.

São elas que fabricam o mel, 

o aroma do luar, 

o branco da rosa.

Quando o galo canta 

Desprendem-se 

para serem orvalho.

Eugénio de Andrade

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Publicado por em 1 de Maio de 2016 em Arte, Bibliotecando, Literatura, Poesia

 

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Habemus Sequeira!

Uma campanha inédita em Portugal, um êxito: um  quadro de 1828,  parte de um conjunto de quatro pinturas religiosas da autoria de Domingos Sequeira, tornou-se, finalmente, património nacional!

A Adoração dos Magos está, a partir de agora, na coleção do Museu Nacional de Arte Antiga, que já possui os desenhos preparatórios e finais das quatro telas.

Fonte- Observador
Domingos Sequeira – A Adoração dos Magos
 
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Publicado por em 28 de Abril de 2016 em Arte, Bibliotecando, Cidadania

 

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