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Arquivo da Categoria: Memória

Correio do Ribatejo – 125 anos – exposição

Desde 1891 que um jornal diz do pulsar de uma cidade e da sua região.

Desde 1891 que Santarém lê o Correio do Ribatejo.

125 anos é somatório de vivências, testemunhos de épocas , caminhos percorridos entre memórias de uma cidade. É um Ribatejo viajante no tempo que se testemunha nas páginas do Correio do Ribatejo.

De viagens se fez a exposição que celebra a vitalidade de um semanário que caminha com a fluidez dos tempos.

Neste compasso, o Correio do Ribatejo chegou à Biblioteca da Sá da Bandeira.

História em estórias escritas nos painéis, nos objetos, nas imagens

– para ver, até 2 de junho.

Os alunos do 11º A receberam o diretor e administradores  com os trabalhos sobre a  visita de estudo feita às instalações também centenárias, com o objetivo de relacionar jornalismo e literatura, Guilherme de Azevedo, Os Maias e a Geração de 70

Porque jornais e bibliotecas, aulas e visitas de estudo são combinação de bom gosto e sabedoria!

 

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Capa Correio do Ribatejo

 

 

 

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Direitos Humanos

   A Declaração Universal dos Direitos do Homem enuncia os direitos fundamentais, civis, políticos e sociais de que devem gozar todos os seres humanos, sem discriminação de raça, sexo, nacionalidade ou de qualquer outro tipo, qualquer que seja o país que habite ou o regime nele instituído.

A noção de direitos humanos tem-se afirmado, na segunda metade do século XX, como um dos conceitos políticos basilares. Contudo, e apesar de todos os estados-membros da ONU serem signatários da Declaração, muitos são os que, alegada ou comprovadamente, continuam a não respeitar os seus princípios.

Via https://www.infopedia.pt/$declaracao-universal-dos-direitos-do-homem

 

direitos

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Fonte: Blogue RBE e direitoshumanos

 

 
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Publicado por em 10 de Dezembro de 2016 em Bibliotecando, Cidadania, Memória, UNESCO

 

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Dezembro

Em dezembro, vinho, azeite e amigo, sempre do mais antigo.

Chegado o solstício  de inverno, sai o ano velho a receber o ano novo.

Em  tempo frio, aquece-se a alma na luz vinda de um Menino, celebra-se a Família, festeja-se o novo ano, na esperança renovada de que os Reis Magos por todos espalhem nuvens de ouro, incenso e mirra. 

Finda o ano, começa o ano, Bom Ano!

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Publicado por em 1 de Dezembro de 2016 em Bibliotecando, Cidadania, Memória

 

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Mário de Sá-Carneiro: ‘de tudo houve um começo…’

Lisboa, 19 de maio de 1890

 Passei pela minha vida

Um astro doido a sonhar.

Na ânsia de ultrapassar,

Nem dei pela minha vida…

Paris, 26 de abril de 1916:

(Que história d’Oiro tão bela

na minha vida abortou:

eu fui herói de novela

que autor nenhum empregou…).

 

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O Mário na Biblioteca, com afeto!

Conversas de afetos na Biblioteca – a vida de Mário Viegas nas palavras da irmã e do amigo: Hélia Viegas e Jorge Custódio. Dois dias dedicados ao estudante do Liceu de Santarém que tanto fez pelo teatro deste país (e mais fizera, se tão cedo não nos deixara, falando ao jeito de Camões).

Por duas vezes, uma Biblioteca cheia de alunos, para conhecerem   as pequenas estórias do  recitador de versos e de sonhos, contadas pela irmã e pelo amigo.

Percursos de quem disse “O teatro sempre foi a minha vida e a minha morte.”, narrados na Biblioteca da Sá da Bandeira:

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Abril na Biblioteca

Em abril, há um rosto sempre presente na Biblioteca: 

Salgueiro Maia.

Abril25-2016 (4)Abril25-2016 (7)

Outro rosto o acompanha, para que a voz de ‘Grândola, vila morena’ seja recordada:

Abril25-2016 (8)

E vem a história que trouxe a liberdade de expressão:

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Publicado por em 25 de Abril de 2016 em Cidadania, História, Memória

 

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Um poema para ABRIL

Um tributo a ABRIL, de quem nasceu depois de abril – os alunos da turma A do 10º ano:

Era o abril do povo desesperado,

em negro silêncio amordaçado.

Era abril e o povo lamentava:

se sabedes novas da liberdade…

Ai Deus, e u é?

(E havia um poeta que escrevia  aquela triste e leda madrugada…)

E havia soldados, e havia sonhos.

Porque sempre que um capitão sonha, há um quartel que se agita.

Com a ditadura revoltado

Passou das palavras à ação

Apelou a todos os soldados

P’ra salvar esta nação!

Há o estado das coisas e o estado a que as coisas chegaram:

Vós outros não dizeis nada?

Arraial, arraial, pela liberdade de Portugal!

E depois do adeus, saem todos, feitos de um só coração!

De cem passaram a mil

Formou-se uma multidão

Olhai que ledos vão, dados à lealdade total.

Com Salgueiro Maia, de Santarém à Capital!

Chaimite voa, voa, que o Capitão vai a Lisboa!

Pois nossos soldados vão a Lisboa, vão

A Lisboa pela nossa Revolução lutar

E nós, lusos livres, os vamos apoiar,

Oferecer-lhes cravos e fazer desta Revolução

Uma iniciativa democrática

Com uma tomada pacífica.

Entrarão tanques pela cidade

Espalharão cravos como ninguém

Porque levarão a liberdade

As tropas idas de Santarém!

Porque mesmo na noite mais triste há sempre um Capitão que diz não!

Todos os portugueses apoiarão,

Ao ouvir as passadas impiedosas,

A lutar por todas as almas queixosas

Que, por cansaço e fraqueza, já não mais lutarão.

Todas elas, injustamente quebradas,

Neste dia serão vingadas.

E a revolução fará este país crescer,

Derrotámos a tirania que nos fez sofrer!

E quando a missão estiver completa,

E a Democracia estiver de novo erguida

E derrubado o controlo e a opressão desmedida,

Não haverá ninguém a chorar pela morte incerta.

Esta será uma revolução sem tiros, sem mortes

E, por isso, seremos mais fortes.

E a sociedade que ainda não viveu

Será o Povo a quem ABRIL aconteceu!

Licença Creative Commons

 

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