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(Re)Ler a obra de arte

Recriar é uma forma de ler / reler  / refazer / construir / desconstruir – enfim, olhar, ver e compreender a multiplicidade de sentidos substância de toda a ARTE.

Foi esta a essência do trabalho dos alunos  – arte sobre arte, por artes de recriação.

Uma exposição que toda a Escola pôde ver, na Biblioteca.

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Poesia, sempre

A Biblioteca partilha  Mário Viegas e António Gedeão, porque 

Todo o tempo é de poesia.

Desde a névoa da manhã

à névoa do outro dia.

Desde a quentura do ventre

à frigidez da agonia.

Todo o tempo é de poesia.

Entre bombas que deflagram.

Corolas que se desdobam.

Corpos que em sangue soçobram.

Vidas que a amar se consagram.

Sob a cúpula sombria

das mãos que pedem vingança.

Sob o arco da aliança

da celeste alegoria.

Todo o tempo é de poesia.

Desde a arrumação do caos

à confusão da harmonia.

 

 

Poesia e poetas – na classe 8, 82-1 – na Biblioteca.

 
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Publicado por em 21 de Março de 2017 em Bibliotecando, Leitura, Poesia, Sem categoria

 

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Ler em 2017

 Transfira livros para o telemóvel – faça o download de obras que gostaria de ler.

leituraalfabeto
Defina uma meta diária de leitura.

leiturachavena-facebook
Leia um pouco todas as noites, antes de dormir.

cheboteugenieleitura
Faça um conjunto de obras que gostaria de ler e tenha-o por perto.

leituramuitacomentalibros-facebook
Leia em voz alta – treina a leitura e estimula os sentidos.

leituracama-felixschlesinger

…e leia o artigo todo aqui!

via  http://qz.com/876203/how-to-read-more-books/

 

 
 

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Boas Festas!

boasfestas2016

 
 

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Partilhas

 

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O Mário na Biblioteca, com afeto!

Conversas de afetos na Biblioteca – a vida de Mário Viegas nas palavras da irmã e do amigo: Hélia Viegas e Jorge Custódio. Dois dias dedicados ao estudante do Liceu de Santarém que tanto fez pelo teatro deste país (e mais fizera, se tão cedo não nos deixara, falando ao jeito de Camões).

Por duas vezes, uma Biblioteca cheia de alunos, para conhecerem   as pequenas estórias do  recitador de versos e de sonhos, contadas pela irmã e pelo amigo.

Percursos de quem disse “O teatro sempre foi a minha vida e a minha morte.”, narrados na Biblioteca da Sá da Bandeira:

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Um pouco mais de sol, um pouco mais de azul..

Paris, 26 de abril de 1916

…De repente a minha vida sumiu-se pela valeta…

– Melhor deixá-la esquecida no fundo duma gaveta…

Aos 25 anos, Mário de Sá-Carneiro decide que a sua Alma Íris-Norte viajaria para o Além a que desde sempre pertencera. Tal como tinha prometido a Fernando Pessoa, não iniciara o alter Pacheco Caeiro. Tinha deixado nas mãos do amigo a correspondência que continha quase toda a obra poética que produzira. Fernando Pessoa repete Ricardo Reis ‘morre jovem o que os deuses amam’… Dez anos depois, Álvaro de Campos escreverá aquele que considera o  poema luto mais abismal… 

 
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Publicado por em 26 de Abril de 2016 em Sem categoria

 
 
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