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Arquivo da Categoria: UNESCO

Sá da Bandeira – patrono da Escola

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O infame tráfico dos negros é certamente uma nódoa indelével na história das nações modernas (…). Emendar pois o mal feito, e impedir que mais não se faça, é dever da honra portuguesa (…).” 

Marquês de Sá da Bandeira – O trabalho rural africano e a administração colonial

Humanista acima de tudo, e por isso determinou futuros. Homem de ideais, político de causas,  assumiu a ética da liberdade enquanto bem universal e direito de todos os Homens – eis a personalidade de quem orgulhosamente ostentamos o nome: 

Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, marquês de Sá da Bandeira.

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Na Biblioteca, evoca-se o ilustre patrono com  o livro

– documento do mês de outubro – 

O trabalho rural africano e a administração colonial:

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Publicado por em 11 de Outubro de 2017 em Bibliotecando, Cidadania, Memória, UNESCO

 

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Professores

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“Os professores são a força mais influente e poderosa para a equidade, acesso e qualidade na educação”

Irina Bokova, Diretora-geral da UNESCO

          ‘Ser um professor capacitado significa ter acesso a formação de elevada qualidade, salários justos e oportunidades contínuas com vista ao desenvolvimento profissional. Também implica ter a liberdade para contribuir para o desenvolvimento de curricula nacionais – e a autonomia profissional para escolher os métodos e abordagens mais apropriados para a uma educação mais eficiente, inclusiva e equitativa.’  Este é um excerto da Mensagem conjunta por ocasião do Dia Mundial do Professor  – Ensinar em Liberdade, Capacitar Professores – 5 de outubro de 2017, que pode ler aqui: 

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Publicado por em 6 de Outubro de 2017 em Bibliotecando, Cidadania, UNESCO

 

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Dia Mundial da Rádio

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Vivemos atualmente uma revolução na nossa maneira de obter e de partilhar informação. Contudo, apesar destas alterações profundas, a rádio nunca foi tão dinâmica, interessante e importante.

Esta é a afirmação com que Irina Bokova inicia  a mensagem da UNESCO para o Dia Mundial da Rádio.

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Em Portugal as experiências com este novo meio começaram nos anos 20 do século passado. Em 1935 nasceu a Emissora Nacional de Radiodifusão, atual Antena 1. Um ano mais tarde começam as emissões experimentais da Rádio Renascença .

E, se em 1979, se cantava sobre o fim das estrelas da rádio, o cinema glorificava a eterna sedução das vozes – filmes que vale a pena rever:

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Publicado por em 13 de Fevereiro de 2017 em Bibliotecando, Cidadania, UNESCO

 

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Dia Mundial das Zonas Húmidas

 

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Dia Mundial das Zonas Húmidas

A convenção de Ramsar consagrou, em 1971,  2 de fevereiro como  data dedicada ao trabalho feito  para a  conservação e o uso sustentável das zonas húmidas.

Em 2017, evidencia-se o papel  das  Zonas Húmidas enquanto salvaguarda natural contra desastres.

Na Biblioteca,  a informação está  na classe 5.

 

 

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Direitos Humanos

   A Declaração Universal dos Direitos do Homem enuncia os direitos fundamentais, civis, políticos e sociais de que devem gozar todos os seres humanos, sem discriminação de raça, sexo, nacionalidade ou de qualquer outro tipo, qualquer que seja o país que habite ou o regime nele instituído.

A noção de direitos humanos tem-se afirmado, na segunda metade do século XX, como um dos conceitos políticos basilares. Contudo, e apesar de todos os estados-membros da ONU serem signatários da Declaração, muitos são os que, alegada ou comprovadamente, continuam a não respeitar os seus princípios.

Via https://www.infopedia.pt/$declaracao-universal-dos-direitos-do-homem

 

direitos

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Fonte: Blogue RBE e direitoshumanos

 

 
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Publicado por em 10 de Dezembro de 2016 em Bibliotecando, Cidadania, Memória, UNESCO

 

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Dia Internacional da Paz

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Imagem UNESCO

Mensagem da Diretora geral da UNESCO por ocasião do Dia Internacional da Paz

 Os tempos que vivemos são conturbados para a humanidade e para o planeta.

Persiste a pobreza, e agravam-se as desigualdades. Muitas sociedades continuam separadas por conflitos que expõem milhões de mulheres e de homens a um imenso sofrimento. O extremismo violento encontra-se em ascensão: atos bárbaros de terror golpeiam as sociedades de todas as regiões. O mundo enfrenta a maior crise de refugiados e deslocados do nosso tempo, crise que em 2015 levou a 65,3 milhões de pessoas a serem deslocadas à força. A diversidade e o património cultural da humanidade veem-se atacados. Os sítios do património cultural são destruídos para erradicar a mensagem de diálogo e tolerância que trazem consigo. Ao mesmo tempo, o planeta sofre uma pressão crescente devido às consequências das alterações climáticas. Tudo isto enfraquece os alicerces da paz e sublinha a importância vital da ação global guiada pelos valores e princípios das Nações Unidas.

Este é o espirito da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e o Acordo de Paris sobre as Alterações Climáticas, que veiculam um novo programa em prol da paz, em prol dos direitos humanos e a dignidade das pessoas, em prol da justiça e da prosperidade, em prol da sustentabilidade e a proteção do nosso planeta.

A Agenda 2030 afirma que “Não pode haver desenvolvimento sustentável sem paz, nem paz sem desenvolvimento sustentável”. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento (ODS) configuram uma nova e transformadora visão de como erigir a paz, visão que outorga à UNESCO um papel protagonista em todos os níveis para promover, como propõe o Objetivo 16, sociedades pacíficas e inclusivas, baseadas na boa governação, a presença de instituições inclusivas, a prestação de contas e a justiça para todos. Para avançar por este caminho, necessitamos novas formas de atuação em todos os âmbitos, necessitamos de novas alianças entres os governos e as entidades da sociedade civil e o setor privado, necessitamos de novas fórmulas para dotar as mulheres e os homens de autonomia e de poder de decisão.

Este deve ser o nosso ponto de vista: os direitos individuais e a dignidade de toda a mulher e de todo o homem. A Constituição da UNESCO afirma “É na mente dos homens que se devem erigir os baluartes da paz” através da educação, a liberdade de expressão, o diálogo intercultural, o respeito pelos direitos humanos e a diversidade cultural e a cooperação científica.

Esta mensagem elaborada em 1945, depois de uma terrível e devastadora guerra, nunca foi tão vital nas sociedades que se encontram em plena transformação e são mais diversas em cada dia que passa. Manter a paz significa cultiva-la todos os dias em todas as sociedades, com cada mulher e homem. Significa viver juntos e trabalhar para um futuro melhor para todos.

Irina Bokova

Diretora geral da UNESCO

 
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Publicado por em 21 de Setembro de 2016 em Bibliotecando, Cidadania, UNESCO

 

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Partilhas

 

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