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Fevereiro

Não há luar como o de janeiro, nem amor como o de fevereiro, 

afirma a variante popular de amores primeiros, talvez porque 

namorar e casar são verbos  que substantivam fevereiro, mês celebrante do  amor.

S. Valentim é santo do mundo,

no Portugal  rural São Brás e S. Matias marcam o calendário.

Mês de amores e Carnaval, chegou fevereiro, estreado com chuva e vento.

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Publicado por em 1 de Fevereiro de 2017 em Bibliotecando, Cidadania, Tradições

 

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Fevereiro

Fevereiro de vinte e nove dias, que conjuga tempo de máscaras e amores, faz de 2016 um ano bissexto. São as calendas romanas ainda a comandarem os nossos dias!

Night sky

O povo português fala deste mês com a sabedoria de quem olha os céus, vive o ritmo das estações e, por isso, depende da boa vontade do tempo para encher celeiros e despensas:

Ao fevereiro e ao rapaz, perdoa tudo quanto faz.
Em fevereiro, chuva; em agosto, uva.
Fevereiro quente, traz o diabo no ventre.
Janeiro geoso e fevereiro chuvoso fazem o ano formoso.
Neve em fevereiro, presságio de mau celeiro.
Quando não chove em fevereiro, nem prados nem centeio.
Tantos dias de geada terá maio, quantos de nevoeiro teve fevereiro.

 

Com tradições alheias, conjugámos carnavais e tentamos a alteridade que nos foge  nos dias assoberbados  de ocupações -tiramos uma máscara, pomos outra…

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Publicado por em 1 de Fevereiro de 2016 em Bibliotecando, Sem categoria

 

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Vídeo

Fevereiro – o documento do mês

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Datado de 1898, o Atlas de Botanica é um documento único, cuja singularidade é atestada pela menção  de destino constante na capa – o Lyceu de Santarém.

O rigor científico, a minúcia de traço, a qualidade da impressão e estampagem, fazem deste livro um testemunho precioso da importância dada às ciências, no ensino público.

Na folha de rosto, a informação – Para uso dos Lyceus (I,II,III e IV classes) – permite-nos afirmar que esta obra assume uma função de referência, enquanto atlas, semelhante à do ‘livro único’.

Os carimbos atestam a posse, do Liceu de Sá da Bandeira (grafia posterior a 1911), e o uso, assim como a localização – o Laboratório de Sciencias Naturais. Esta última informação comprova o Liceu enquanto escola dotada de equipamento moderno e práticas pedagógico-didáticas atentas e ajustadas aos alunos.

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Publicado por em 1 de Fevereiro de 2015 em Bibliotecando, História, Memória

 

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