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Correio do Ribatejo – 125 anos – exposição

Desde 1891 que um jornal diz do pulsar de uma cidade e da sua região.

Desde 1891 que Santarém lê o Correio do Ribatejo.

125 anos é somatório de vivências, testemunhos de épocas , caminhos percorridos entre memórias de uma cidade. É um Ribatejo viajante no tempo que se testemunha nas páginas do Correio do Ribatejo.

De viagens se fez a exposição que celebra a vitalidade de um semanário que caminha com a fluidez dos tempos.

Neste compasso, o Correio do Ribatejo chegou à Biblioteca da Sá da Bandeira.

História em estórias escritas nos painéis, nos objetos, nas imagens

– para ver, até 2 de junho.

Os alunos do 11º A receberam o diretor e administradores  com os trabalhos sobre a  visita de estudo feita às instalações também centenárias, com o objetivo de relacionar jornalismo e literatura, Guilherme de Azevedo, Os Maias e a Geração de 70

Porque jornais e bibliotecas, aulas e visitas de estudo são combinação de bom gosto e sabedoria!

 

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Capa Correio do Ribatejo

 

 

 

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7 dias com os MEDIA

Selo-7DiasMedia

A Escola Secundária de Sá da Bandeira participa na iniciativa 7 dias com os MEDIA, com a turma A do 11º ano.

           A atividade surge no contexto da disciplina de Português: o estudo de ‘Os Maias’, mais especificamente o contexto de época e a Geração de 70, os espaços sociais – o jornalismo (os jornais ‘A Tarde’ e ‘Corneta do diabo’) . Santarém é uma cidade intimamente ligada ao programa de Português, do Ensino Secundário, desde o início – textos da lírica medieval – até ao décimo segundo ano – poesia contemporânea.

      No décimo primeiro ano, a cidade é um palco, por oferecer enquadramento à obra de Padre António Vieira e Almeida Garrett, bem como a Guilherme de Azevedo, membro da Geração de 70 e figura tutelar do jornalismo realista. Também ‘Os Maias’ é produto de alguém da Geração de 70 – Eça de Queirós; o jornalismo de ‘A Tarde’ e da ‘Corneta do Diabo’ é objeto de ironia, determina episódios do espaço social, contribui para o avançar da narrativa, dá a conhecer um ângulo da realidade portuguesa do século XIX. Nesta moldura de época, podemos integrar o Correio da Extremadura, as personalidades que o construíram e habitaram. Divulgar o jornal, dar a conhecer pedaços de uma história comum, despertar consciências para a singularidade do património coletivo, é de elementar dever.

         Por outro lado, importa reconhecer a importância secular dos Media e construir a ponte com o presente, já que, na cidade, existe o mais antigo semanário regional de Portugal continental – o Correio do Ribatejo.

         Partindo da premissa de que qualquer matéria do programa pode estar ao alcance dos alunos, seja na Escola, em casa ou na rua, conhecer melhor o Correio do Ribatejo é uma outra prova de que Santarém é, ainda, o livro essencial de que Garrett falou nas ‘Viagens na minha terra’.

 

 
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Publicado por em 2 de Maio de 2017 em Bibliotecando, Cidadania, Media

 

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