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Arquivo de etiquetas: Luís de Camões

Dia Mundial do Livro

O Dia Mundial do Livro celebra uma coincidência –

a morte de dois maiores das letras do mundo

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Lembrando Cervantes e Shakespeare:

                               Mas Camões supera todos!

 
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Publicado por em 23 de Abril de 2016 em Bibliotecando, Literatura, RBE

 

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Abril português em La Lys

     Em Fevereiro de 1916, um decreto do governo português autorizava a requisição dos navios mercantes alemães fundeados no Tejo. Foi a “gota de água” que levou Guilherme II, a instruir Von Rosen a apresentar a nota de Declaração de Guerra ao Governo Português, em 9 de Março de 1916, formalizando um conflito que já há algum tempo Portugueses e Alemães vinham travando no sul de Angola e norte de Moçambique.
Iniciava-se assim, a participação formal de Portugal na 1ª Guerra Mundial que muito em breve arrastaria o Corpo Expedicionário Português para as trincheiras da Flandres.

Fonte: http://historiaaberta.com.sapo.pt/

Chegado a França no início de 1917, o Corpo Expedicionário Português (CEP), instruído em pouco tempo (e, por isso, o ‘milagre de Tancos’) , mais uma vez honraria a oitava 147 de Camões, no canto X de “Os Lusíadas”:    

Olhai que ledos vão, por várias vias,
Quais rompentes liões e bravos touros,
Dando os corpos a fomes e vigias,
A ferro, a fogo, a setas e pelouros,
A quentes regiões, a plagas frias,
A golpes de Idolátras e de Mouros,
A perigos incógnitos do mundo,
A naufrágios, a pexes, ao profundo.

Porém, a 9 de Abril de 1918, os portugueses conhecem em La Lys um novo Alcácer-Quibir…

Na Biblioteca, homenageiam-se os combatentes, os que tombaram e os que viveram para contar – mostramos os nossos reservados, imprensa e literatura (romance) sobre o assunto. Uma consulta a fazer na classe 9 da CDU – História (e também Biografias), mais propriamente na secção 94 (100); requisições disponíveis na 8 – Literatura, secção 821 – os romances, e também uma visita ao nosso ‘tesourinho’ João Ninguém: Soldado da Grande Guerra: Impressões do CEP 1917-1918.

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Dia de Portugal III

Esta é a ditosa Pátria minha amada

Camões2012 (1)

     Deus, dá-me força para delinear, para perceber a síntese total da psicologia e da história psicológica da nação portuguesa! Todos os dias os jornais me trazem notícias de factos que são humilhantes, para nós, Portugueses. Ninguém pode conceber como eu sofro com eles. Ninguém pode imaginar o profundo desespero, a enorme dor que perante isto se apodera de mim. Oh, como eu sonho com aquele Marquês de Távora que poderia vir redimir a nação — um salvador, um verdadeiro homem, grande e dominador que nos endireitaria. Mas nenhum sofrimento pode igualar aquele que me leva a perceber que isto não é mais do que um sonho.
    Eu nunca sou feliz, nem nos meus momentos egoístas nem nos meus momentos não egoístas. A minha consolação é ler Antero de Quental. Finalmente, em mim, o espírito de Lutero. Oh, como eu compreendo o profundo sofrimento que era o seu.
Devo escrever o meu livro. Tremo de pensar qual possa ser a verdade. Ainda que seja má tenho que escrevê-lo. Queira Deus que a verdade não seja má!
    Gostaria de ter escrito isto num melhor estilo, mas a minha capacidade para escrever desapareceu.

Fernando Pessoa, in ‘Manuscrito (5/9/1908)’

 

 

 

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Dia de Portugal II

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

 

 

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Dia de Portugal I

Os Portugueses

Olhai que ledos vão, por várias vias,

quais rompentes leões e bravos touros,

dando os corpos a fomes e vigias,

a ferro, a fogo, a setas e pelouros,

a quentes regiões, a plagas frias,

a golpes de Idolátras e de Mouros,

a perigos incógnitos do mundo,

a naufrágios, a peixes, ao profundo.

 

Por vos servir, a tudo aparelhados;

de vós tão longe, sempre obedientes;

a quaisquer vossos ásperos mandados,

sem dar reposta, prontos e contentes.

Só com saber que são de vós olhados,

demónios infernais, negros e ardentes,

cometerão convosco, e não duvido

que vencedor vos façam, não vencido.

Luís de Camões, Os Lusíadas

 

 

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Os clássicos no Jardim Infantil

A  Biblioteca da Sá da Bandeira apresenta os clássicos portugueses ao público infantil.

Com fantoches e adaptações das obras mais conhecidas, os clássicos visitam as escolas!

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