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Arquivo de etiquetas: Mário Viegas

Poesia, sempre

A Biblioteca partilha  Mário Viegas e António Gedeão, porque 

Todo o tempo é de poesia.

Desde a névoa da manhã

à névoa do outro dia.

Desde a quentura do ventre

à frigidez da agonia.

Todo o tempo é de poesia.

Entre bombas que deflagram.

Corolas que se desdobam.

Corpos que em sangue soçobram.

Vidas que a amar se consagram.

Sob a cúpula sombria

das mãos que pedem vingança.

Sob o arco da aliança

da celeste alegoria.

Todo o tempo é de poesia.

Desde a arrumação do caos

à confusão da harmonia.

 

 

Poesia e poetas – na classe 8, 82-1 – na Biblioteca.

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Publicado por em 21 de Março de 2017 em Bibliotecando, Leitura, Poesia, Sem categoria

 

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Mário de Sá-Carneiro: ‘de tudo houve um começo…’

Lisboa, 19 de maio de 1890

 Passei pela minha vida

Um astro doido a sonhar.

Na ânsia de ultrapassar,

Nem dei pela minha vida…

Paris, 26 de abril de 1916:

(Que história d’Oiro tão bela

na minha vida abortou:

eu fui herói de novela

que autor nenhum empregou…).

 

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O Mário na Biblioteca, com afeto!

Conversas de afetos na Biblioteca – a vida de Mário Viegas nas palavras da irmã e do amigo: Hélia Viegas e Jorge Custódio. Dois dias dedicados ao estudante do Liceu de Santarém que tanto fez pelo teatro deste país (e mais fizera, se tão cedo não nos deixara, falando ao jeito de Camões).

Por duas vezes, uma Biblioteca cheia de alunos, para conhecerem   as pequenas estórias do  recitador de versos e de sonhos, contadas pela irmã e pelo amigo.

Percursos de quem disse “O teatro sempre foi a minha vida e a minha morte.”, narrados na Biblioteca da Sá da Bandeira:

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Conversas na Biblioteca

Mário Viegas, recitador de poemas e de sonhos, é a personagem.

Sobre o irmão, o amigo, o ator, falam Hélia Viegas e Jorge Custódio.

Duas sessões, dois momentos de conversa sobre o aluno que traçou no jornal do Liceu ‘O Mocho’ algumas  linhas do seu futuro como homem de teatro; encontros sobre a pessoa que, faz vinte anos, nos surpreendeu com  a maior partida de um dia primeiro de abril.

 
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Publicado por em 3 de Maio de 2016 em Bibliotecando, Literatura, Poesia, Teatro

 

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O poder do sonho – o sonho ao poder!

O teatro foi sempre a minha vida e a minha morte.

SonhoAoPoderESSB

 
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Publicado por em 1 de Abril de 2016 em Literatura, Memória, Poesia, Teatro

 

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