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OUTUBRO

Outubro é sinónimo de outono.

Apetece tempo abrigado, aconchego de alma e intelecto.

Apetece um bom livro  ou cinema : 

 

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Publicado por em 2 de Outubro de 2017 em Bibliotecando, Cidadania, Cinema, Literatura

 

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Março

 

Março generoso leu Florbela Espanca

Há uma Primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!

e  traz a   primavera para  todos. Em tempo de sol e renascimento, celebram-se leitura,  poesia, teatro, enaltece-se a matriz de todas as  esperanças: mês feminino, exalta-se a MULHER, a TERRA, a ÁGUA. Valoriza-se a VIDA, em toda a plenitude feminina.

 

 
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Publicado por em 1 de Março de 2017 em Bibliotecando, Cidadania, Tradições

 

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Fevereiro

Não há luar como o de janeiro, nem amor como o de fevereiro, 

afirma a variante popular de amores primeiros, talvez porque 

namorar e casar são verbos  que substantivam fevereiro, mês celebrante do  amor.

S. Valentim é santo do mundo,

no Portugal  rural São Brás e S. Matias marcam o calendário.

Mês de amores e Carnaval, chegou fevereiro, estreado com chuva e vento.

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Publicado por em 1 de Fevereiro de 2017 em Bibliotecando, Cidadania, Tradições

 

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Dezembro

Em dezembro, vinho, azeite e amigo, sempre do mais antigo.

Chegado o solstício  de inverno, sai o ano velho a receber o ano novo.

Em  tempo frio, aquece-se a alma na luz vinda de um Menino, celebra-se a Família, festeja-se o novo ano, na esperança renovada de que os Reis Magos por todos espalhem nuvens de ouro, incenso e mirra. 

Finda o ano, começa o ano, Bom Ano!

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Publicado por em 1 de Dezembro de 2016 em Bibliotecando, Cidadania, Memória

 

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Novembro

Estamos nas  kalendas de Novembro,  mês  duvidoso – o décimo primeiro do calendário gregoriano, o nono romano.  

São assim as tradições, também elas de múltiplas faces,  mesclas de hábitos sociais  e convívios fundados em práticas tão antigas que quase lhes perdemos o início.

Todos os Santos nos guiam, para que todos os fiéis defuntos mantenham a alma iluminada.  Pedimos o Pão por Deus e celebramos o estrangeiro Halloween, procuramos flores com que alegrar campos santos onde os nossos mais próximos repousam em sono eterno.

S. Martinho generoso, que de uma capa multiplica agasalhos, costuma presentear-nos com um verão providencial, assim o frio fosse também ele o que era..

Mês multiplicado, como capa do Santo solidário, celebram-se mais de trinta eventos em trinta dias. Mês azul no mundo, mês de cultura científica em Portugal, a evocar Rómulo de Carvalho, o professor antes do seu tempo. O mesmo cientista que, também nascido poeta, dirá: 

Terça feira,
quarta feira,
quinta,
sexta,
tanto faz.
Ou desta ou doutra maneira,
domingo ou segunda feira,
nenhuma esperança me traz

Que eu nem sei bem pelo que espero.
Se aprender o que não sei,
se esquecer o que aprendi,
se impor meu ser e meu quero,
se, num ti que eu inventei,
nenúfares boiar em ti.

Que esta coisa que se espera
é no dobrar de uma esquina.
Um clarão que dilacera,
a explosão de uma cratera,
vida, ou morte, repentina.

António Gedeão, Obra Completa, Lisboa: Relógio D’Água,2004.

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Outubro

Outubro e outono, tempo de folhas

nas árvores, como em livros, folhas por ler,

no chão, como  em tapete, folhas lidas.

Outubro de ditados, diz o povo que é tempo de preparar a lareira e recolher quanto se puder guardar.

 Nas Bibliotecas Escolares, as literacias abraçam leituras e mostram-se às Escolas, para ajudar a descodificar mundos.

Caminhando pelo mês, celebramos a música, damos as mãos a S. Francisco, homenageiam-se os professores, festejamos a implantação da República, celebram-se sorrisos, lembra-se a alimentação saudável, fala-se de voz e saúde como alerta para práticas sãs. A caminho da hora de inverno, são os dias a recolherem na penumbra e o sol a ficar tímido…

É  outubro de outono-terra.

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Publicado por em 1 de Outubro de 2016 em Bibliotecando

 

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Vozes

A epopeia portuguesa exalta o canto. No canto I, Luís de Camões faz a proposição: ‘Cantando espalharei por toda a parte…

o peito ilustre lusitano…’.

Mais tarde,  desabafa:

Não mais, Musa, não mais que a Lira tenho
Destemperada e a voz enrouquecida,
E não do canto, mas de ver que venho
Cantar a gente surda e endurecida.
O favor com que mais se acende o engenho
Não no dá a pátria, não, que está metida
No gosto da cobiça e na rudeza
Duma austera, apagada e vil tristeza.

Pelos tempos, o povo repete adágios e diz que ‘voz do povo , voz de Deus’, embora reconheça que ‘voz corrente muito mente’, porque ‘vozes de burro não chegam ao céu’.

Neste dia, os profissionais que fazem da voz um precioso instrumento de trabalho, recordam ao mundo os cuidados básicos a ter com o bem de que só sentimos falta quando ficamos impossibilitados de  comunicar. 

É de dons e cuidados que nascem as vozes privilegiadas que nos entram pela alma:

 
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Publicado por em 16 de Abril de 2016 em Bibliotecando, Saúde

 

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