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Dia Mundial da Rádio

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Vivemos atualmente uma revolução na nossa maneira de obter e de partilhar informação. Contudo, apesar destas alterações profundas, a rádio nunca foi tão dinâmica, interessante e importante.

Esta é a afirmação com que Irina Bokova inicia  a mensagem da UNESCO para o Dia Mundial da Rádio.

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Em Portugal as experiências com este novo meio começaram nos anos 20 do século passado. Em 1935 nasceu a Emissora Nacional de Radiodifusão, atual Antena 1. Um ano mais tarde começam as emissões experimentais da Rádio Renascença .

E, se em 1979, se cantava sobre o fim das estrelas da rádio, o cinema glorificava a eterna sedução das vozes – filmes que vale a pena rever:

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Publicado por em 13 de Fevereiro de 2017 em Bibliotecando, Cidadania, UNESCO

 

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Direitos Humanos

   A Declaração Universal dos Direitos do Homem enuncia os direitos fundamentais, civis, políticos e sociais de que devem gozar todos os seres humanos, sem discriminação de raça, sexo, nacionalidade ou de qualquer outro tipo, qualquer que seja o país que habite ou o regime nele instituído.

A noção de direitos humanos tem-se afirmado, na segunda metade do século XX, como um dos conceitos políticos basilares. Contudo, e apesar de todos os estados-membros da ONU serem signatários da Declaração, muitos são os que, alegada ou comprovadamente, continuam a não respeitar os seus princípios.

Via https://www.infopedia.pt/$declaracao-universal-dos-direitos-do-homem

 

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Fonte: Blogue RBE e direitoshumanos

 

 
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Publicado por em 10 de Dezembro de 2016 em Bibliotecando, Cidadania, Memória, UNESCO

 

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Dia Internacional da Paz

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Imagem UNESCO

Mensagem da Diretora geral da UNESCO por ocasião do Dia Internacional da Paz

 Os tempos que vivemos são conturbados para a humanidade e para o planeta.

Persiste a pobreza, e agravam-se as desigualdades. Muitas sociedades continuam separadas por conflitos que expõem milhões de mulheres e de homens a um imenso sofrimento. O extremismo violento encontra-se em ascensão: atos bárbaros de terror golpeiam as sociedades de todas as regiões. O mundo enfrenta a maior crise de refugiados e deslocados do nosso tempo, crise que em 2015 levou a 65,3 milhões de pessoas a serem deslocadas à força. A diversidade e o património cultural da humanidade veem-se atacados. Os sítios do património cultural são destruídos para erradicar a mensagem de diálogo e tolerância que trazem consigo. Ao mesmo tempo, o planeta sofre uma pressão crescente devido às consequências das alterações climáticas. Tudo isto enfraquece os alicerces da paz e sublinha a importância vital da ação global guiada pelos valores e princípios das Nações Unidas.

Este é o espirito da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e o Acordo de Paris sobre as Alterações Climáticas, que veiculam um novo programa em prol da paz, em prol dos direitos humanos e a dignidade das pessoas, em prol da justiça e da prosperidade, em prol da sustentabilidade e a proteção do nosso planeta.

A Agenda 2030 afirma que “Não pode haver desenvolvimento sustentável sem paz, nem paz sem desenvolvimento sustentável”. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento (ODS) configuram uma nova e transformadora visão de como erigir a paz, visão que outorga à UNESCO um papel protagonista em todos os níveis para promover, como propõe o Objetivo 16, sociedades pacíficas e inclusivas, baseadas na boa governação, a presença de instituições inclusivas, a prestação de contas e a justiça para todos. Para avançar por este caminho, necessitamos novas formas de atuação em todos os âmbitos, necessitamos de novas alianças entres os governos e as entidades da sociedade civil e o setor privado, necessitamos de novas fórmulas para dotar as mulheres e os homens de autonomia e de poder de decisão.

Este deve ser o nosso ponto de vista: os direitos individuais e a dignidade de toda a mulher e de todo o homem. A Constituição da UNESCO afirma “É na mente dos homens que se devem erigir os baluartes da paz” através da educação, a liberdade de expressão, o diálogo intercultural, o respeito pelos direitos humanos e a diversidade cultural e a cooperação científica.

Esta mensagem elaborada em 1945, depois de uma terrível e devastadora guerra, nunca foi tão vital nas sociedades que se encontram em plena transformação e são mais diversas em cada dia que passa. Manter a paz significa cultiva-la todos os dias em todas as sociedades, com cada mulher e homem. Significa viver juntos e trabalhar para um futuro melhor para todos.

Irina Bokova

Diretora geral da UNESCO

 
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Publicado por em 21 de Setembro de 2016 em Bibliotecando, Cidadania, UNESCO

 

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Biodiversidade

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A 22 de maio de 1992,  as  Nações Unidas  adotaram o texto final da Convenção da Diversidade Biológica, que projeta o respeito pela biodiversidade, promovendo a  sustentabilidade e o reconhecimento do património natural como riqueza singular a valorizar por todos.  

Assim, celebra-se todos os anos o Dia Internacional da Biodiversidade.

Este ano, o tema é “Integração da Bioversidade para apoio às populações e aos seus meios de subsistência”. 

MapaÁreasProtegidas-ICNF

Em Portugal, as áreas protegidas são meios de promoção e educação para a preservação da Natureza. Igualmente, alguns constituem fontes de rendimento para as  populações que aí vivem.

 Todavia, há alturas em que a biodiversidade vem ter à cidade e pode ser acompanhada em direto – uma ninhada de falcões que vale a pena conhecer:

 

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Dia da Terra

      A Terra , a nossa casa comum

É muito nobre assumir o dever de cuidar da criação com pequenas acções diárias, e é maravilhoso que a educação seja capaz de motivar para elas até dar forma a um estilo de vida. A educação na responsabilidade ambiental pode incentivar vários comportamentos que têm incidência directa e importante no cuidado do meio ambiente, tais como evitar o uso de plástico e papel, reduzir o consumo de água, diferenciar o lixo, cozinhar apenas aquilo que razoavelmente se poderá comer, tratar com desvelo os outros seres vivos, servir-se dos transportes públicos ou partilhar o mesmo veículo com várias pessoas, plantar árvores, apagar as luzes desnecessárias… Tudo isto faz parte duma criatividade generosa e dignificante, que põe a descoberto o melhor do ser humano. Voltar – com base em motivações profundas – a utilizar algo em vez de o desperdiçar rapidamente pode ser um acto de amor que exprime a nossa dignidade.      

Papa Francisco,Carta Encíclica Laudato Si

Isto sabemos:

a TERRA não pertence ao Homem;

é o Homem que pertence à TERRA.

O homem não teceu a trama da vida; ele é apenas um fio. O que faz com essa trama fá-lo a si   próprio.  

Chefe Seatle, 1854

 

 

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Sítios e memórias

Dia de monumentos, sítios que evocam tempos e trazem memórias.

Santarém  tem monumentos, tem sítios, tem memórias em todos os recantos.  Da vinda de Ulisses e da lenda de Ábidis dizem as águas do Tejo que nelas se viaja desde a bruma dos tempos. Testemunham  as colinas  que a cidade  caminha do bairro até aos miradouros para ver a lezíria.

Romanceia a literatura que por aqui se viveu a História tão intensamente como os amores de Pedro e Inês,  tanta hombridade como a de Pêro da Covilhã,  toda a lucidez de Gil Vicente perante os frades de S. Francisco, a emoção de Padre António Vieira nas exéquias do Conde de Unhão, a viagem folhetinesca de Camilo Castelo-Branco, o romantismo político de Garrett, a solidão literária de Alexandre Herculano, o jornalismo realista de Guilherme de Azevedo, o mau humor cronista de Fialho de Almeida, a inspiração de contemporânea de Isabel Stilwell, Isabel Machado e Maria João Lopo de Carvalho.

Na Sá da Bandeira, os livros ilustram o percurso histórico da cidade e a Biblioteca leva quem gosta dos meandros da Literatura a conhecer os sítios que os romances evocam.

Uma viagem pela Literatura do sítios

com os monumentos de Santarém como cenário!

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Publicado por em 18 de Abril de 2016 em Bibliotecando, Literatura, Memória, UNESCO

 

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Abril português em La Lys

     Em Fevereiro de 1916, um decreto do governo português autorizava a requisição dos navios mercantes alemães fundeados no Tejo. Foi a “gota de água” que levou Guilherme II, a instruir Von Rosen a apresentar a nota de Declaração de Guerra ao Governo Português, em 9 de Março de 1916, formalizando um conflito que já há algum tempo Portugueses e Alemães vinham travando no sul de Angola e norte de Moçambique.
Iniciava-se assim, a participação formal de Portugal na 1ª Guerra Mundial que muito em breve arrastaria o Corpo Expedicionário Português para as trincheiras da Flandres.

Fonte: http://historiaaberta.com.sapo.pt/

Chegado a França no início de 1917, o Corpo Expedicionário Português (CEP), instruído em pouco tempo (e, por isso, o ‘milagre de Tancos’) , mais uma vez honraria a oitava 147 de Camões, no canto X de “Os Lusíadas”:    

Olhai que ledos vão, por várias vias,
Quais rompentes liões e bravos touros,
Dando os corpos a fomes e vigias,
A ferro, a fogo, a setas e pelouros,
A quentes regiões, a plagas frias,
A golpes de Idolátras e de Mouros,
A perigos incógnitos do mundo,
A naufrágios, a pexes, ao profundo.

Porém, a 9 de Abril de 1918, os portugueses conhecem em La Lys um novo Alcácer-Quibir…

Na Biblioteca, homenageiam-se os combatentes, os que tombaram e os que viveram para contar – mostramos os nossos reservados, imprensa e literatura (romance) sobre o assunto. Uma consulta a fazer na classe 9 da CDU – História (e também Biografias), mais propriamente na secção 94 (100); requisições disponíveis na 8 – Literatura, secção 821 – os romances, e também uma visita ao nosso ‘tesourinho’ João Ninguém: Soldado da Grande Guerra: Impressões do CEP 1917-1918.

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